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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Feminizado pela Minha Prima - Capítulo VIII


- Olha só pra ela! Que cena patética!

De quatro, com a testa plantada no chão, eu implorava pela minha chance de ser solto da castidade. A decisão cabia àquelas duas garotas, e eu não pouparia esforços para convencê-las.

- Difícil acreditar que essa putinha aí já foi um homem. - Disse Ana.

- Mas é isso que acontece quando você adestra um homem pelo seu tesão. Ele abre mão da dignidade pra se tornar um verme. - Respondeu a Princesa Carol.

- Acho que descobrimos qual é o verdadeiro sexo frágil. - Complementou Luiza.

Eu olhava com admiração minhas três dominadoras. Em plena década de 90, elas estabeleceram sua supremacia feminina. Nesse momento, eu acreditei que uma revolução estava por vir. As mulheres logo dominariam o mundo, e eu me sentia orgulhoso de ser uma das escravas pioneiras dessa nova época.

- Rola no chão que nem uma cachorra! - Ordenou Ana.

Fiz o ordenado, humilhando-me ainda mais. Ainda terminei o movimento de barriga pra cima e com as mãos quebradas pra cima, imitando uma cadela de verdade. Isso arrancou ainda mais risadas das três.

Luiza virou para cochichar no ouvido de Ana, que fez um aceno de sim com a cabeça. Com isso, Luiza se voltou para mim:

- Muito bem, Gisele. Você foi uma boa garota e nós decidimos que você mereceu gozar hoje.

Sem me conter de felicidade, eu beijei os pés das duas garotas.

- Obrigada, senhoras.

- Uau, vocês conquistaram a lealdade dela em um dia apenas. - Disse Carol.

- Ela é bem treinada. - Disse Luiza. - Mas agora, Carol, espero que você tenha planejado um jeito legal de deixá-la gozar.

- Oh, não se preocupe. Eu preparei. Vamos ao meu quarto, eu quero mostrar pra vocês duas.

Nós quatro nos reunimos no quarto e Carol logo puxou seu brinquedinho novo da bolsa. Meu coração se encheu de felicidade quando ela amarrou a coleira no meu pescoço, me fazendo sentir uma cadela. Em seguida, ela amarrou a guia na maçaneta da porta, deixando-me presa.

Por fim, sem retirar sua saia, a Princesa Carol tirou sua calcinha e estendeu-a na minha frente. A calcinha estava nitidamente molhada e pingando um líquido leitoso.

- Já reconheceu o cheiro né?

Ana estava boquiaberta:

- MEU. DEUS. DO. CÉU! Amiga, você deve tá de sacanagem. Não me diga que isso é...

- Gozo do meu namorado. O que mais poderia ser? - Então, ela se voltou pra mim. - Você quer, garota? Eu sei que você quer... Esse presentinho é porque você se comportou bem. Vem cá, alcança pra mim...

Ela fazia a voz de quem conversava com uma cadela, e de certo modo isso não deixava de ser verdade. Sem pensar muito nas duas garotas que me olhavam enojadas, eu comecei a me esticar pra frente, em uma busca infrutífera do presente da minha dona.

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O sêmen escorria da calcinha, o que me deixava mais aflita. Eu sabia que tudo que caísse no chão teria que ser lambido também. Logo, eu preferia limpar da calcinha dela do que do chão sujo. Finalmente, depois de muita insistência minha, ela deixou a calcinha ao meu alcance.

Eu dei algumas lambidas na parte da frente, mas logo ela enfiou por completo na minha boca.

- Vai. Lava pra mim. Depois eu pego de volta no final.

Minha dona então me mandou levantar, e foi buscar a chave da minha castidade no armário. Ajoelhando-se na minha frente, ela abriu a cinta, permitindo que meu grelo fosse liberado pela primeira vez em 7 dias.

Era reconfortante a sensação de vento na minha bucetinha, mas melhor ainda era ter aquela prima gata a centímetros do meu órgão sexual feminino. Ela percebeu o meu nervosismo e se aproximou da buceta. Colocou a língua pra fora e eu fechei os meus olhos, esperando pela melhor sensação do mundo.

Mas ela não veio. Em vez disso, ela recolhera a língua e agora ria da minha cara.

- Você acha que eu vou chupar essa coisinha ridícula? Agora eu tenho outra coisa pra te mostrar. Sabe, eu usei aquela grana que você tá me deu pra comprar roupas e joias, mas ainda sobrou um pouco. Eu usei isso pra ir na Sex shop e comprar mais uma coisa legal, que a Amanda me sugeriu.

Sem entender direito, eu vi enquanto minha dona vestia uma calcinha em minha. Mas não parecia uma calcinha comum...

- É uma vagina de brinquedo! Eu encaixo ela no seu cuzinho e você ainda mais meninha. Gostou?

- Sim, senhora. - Eu balbuciei, ainda com a calcinha gozada na boca.

- Você não exagerou quando disse que o pau dele era pequeno, amiga! 

Olhando pra baixo, eu analisei aquele que eu antigamente chamava de pau. Realmente, eu tive a impressão que ele estava menor do que o habitual. Não somente isso, como as minhas bolas pareciam ter encolhido. Parece que aquele tempo todo sem gozar estava atrofiando os meus testículos.

- Deita no chão! - Disse Carol.

Obedeci-a, e ela pediu para que Ana alcançasse o pau de borracha pra ela.

- Está pronta pra ter o primeiro orgasmo fora da gaiola?

- Sim, senhora.

- Então afrouxa esse rabo pra mim. Ou melhor, sua nova xana.

Com apenas um cuspe, ela lubrificou o pau. Fiquei temerosa que fosse doer sem o lubrificante, mas o dildo entrou suavemente. Parece que minhas pregas anais haviam se acostumado, ainda mais depois daquela tarde de penetração.

- Hummm, mas olha só esse bumbum guloso. - Debochou Luiza.

Para minha surpresa, a Princesa Carol começou a alisar meu grelinho de cima, até que começou com movimentos de puxá-lo. Eu podia sentir meu pau finalmente endurecendo. Estava acontecendo! Receber uma siririca da minha princesa parecia bom demais para ser verdade.



E era. Apesar do tesão supremo, alguma coisa me impedia de ter uma ereção completa. Era como se o meu grelinho não soubesse mais como era ficar duro. Eu comecei a me desesperar, e Carol percebeu isso.

- Qual o problema, cadela? Se não tiver gostando, eu paro.

- Não, senhora. - Eu respondi quase grosseiramente. - Por favor, continue. Eu vou ficar dura já já.

A cena se manteve por minutos, mas não tive sucesso. Quando meu desespero subiu, Luiza teve uma ideia:

- Acho que sei o que tá rolando. Ela não consegue ter uma ereção enquanto é penetrada. Podíamos tentar de outro jeito... Como chupando ela.

Meus olhos brilharam de esperança só de pensar, mas minha princesa cortou minhas esperanças.

- Certo, então você vai. Eu não vou trair o Roger assim.

- Eu não. Eu também tenho namorado. Achei que você não fosse se importar. - Disse Luiza.

- Pode não parecer, mas eu tenho meus princípios também. Desculpa, escrava, parece que você fica na vontade hoje...

- Eu chupo.

- Como é, Ana?

- Eu faço a escrava gozar com a boca, sem problemas.

- Mas e o Guilherme, amiga? - Perguntou Luiza.

- O Gui não tá aqui agora. Eu quero ver quanto de gozo ela tem guardado durante esses 7 dias.

 Pela primeira vez, ficou claro para mim que as três tinham namorados. E Ana parecia ser a única a não se importar com isso. Logo aquela que eu julgara mais envergonhada!

Pelo visto, Luiza e Carol também estavam espantadas, porque elas trocaram olhares e nada disseram. 

Ana desprendeu minha coleira da maçaneta e me guiou até o sofá, onde ela me empurrou com tudo para que eu sentasse. Ela parecia estar levando aquilo muito a sério, pois não falava uma palavra. Aquilo deixara de ser uma brincadeira, pra se tornar uma aventura dela fora do namoro.

As duas garotas a acompanharam e nada disseram, quando Ana deitou no sofá e se arrastou até o meu colo. Segurando o meu grelo com uma mão, ela aproximou seu rosto e deu uma bela lambida pela sua extensão.

Ao final da lambida, ela já emendou a chupada. Eu pude sentir o calor e a umidade da boca daquela deusa. Ela dava chupadas vigorosas no meu grelo, ainda semi-rígido.

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Eu estava nas alturas do tesão. Fechei os olhos e esperei a ereção chegar... Mas nenhum sinal de vida. Mesmo após minutos daquele sexo oral, nada acontecera. Por fim, Ana desistiu, quando sua boca ficou dormente.

- Acho que a sua escrava tá com defeito de fábrica. - Ela disse, enquanto se afastava.

A reação de cada uma das três era diferente: Luiza sorria do meu sofrimento, Ana tinha uma cara de decepção e a Princesa Carol... Ela me olhava apenas com interesse. Ela não parecia triste, nem tampouco surpresa. 

Ainda confusa, eu observei minha dona prendendo novamente a gaiola em mim.

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Eu sabia que algo estava errado comigo. Meus pelos do corpo não cresceram desde a depilação, meu peito estava aumentando de tamanho, minhas bolas pareciam menores e meu grelo não ficava ereto. Não só isso, como eu tinha a impressão que minha voz tinha afinado.

Nada daquilo fazia sentido. Eu podia até ter me assumido mulher para minha prima, mas eu ainda era biologicamente um homem. Será que o meu psicológico estava influindo nos meus hormônios? Ou será que essas mudanças eram apenas coisas da minha cabeça?

Eu gastei os três dias seguintes refletindo sobre isso, enquanto arrumava o quarto de Carol, lavava suas roupas, tomava meu chá... Foi então que me ocorreu!

Abrindo o armário da cozinha, eu procurei os sacos de chá para conferir: apesar de estarem dentro da caixa, não havia rótulas nos saquinhos em si. Revirei o resto do armário até encontrar o que eu queria lá no fundo. 

Algo que confirmava minhas suspeitas. Algo que explicava minhas mudanças. Algo que explicava porque Carol fazia tanta questão que eu tomasse chá, como uma garota de verdade. Em minhas mãos, estava a resposta. 

Em minhas mãos, estava uma cartela de pílulas anticoncepcionais. Carol havia batizado o meu chá, para garantir que eu fosse me tornar uma garota de verdade.





4 comentários:

  1. Coisas assim sem o consentimento de ambos não me agrada, se a Carol sugerisse o uso das pílulas e ele aceitasse seria melhor, ao meu ver, é claro. Ele perder a ereção assim é injusto e triste, mas não está deixando de ser uma bela história, muito excitante!

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    1. Fala meu fiel leitor! Eu, como submisso, concordo completamente. Mas como autor, a ideia era criar algo que chocasse, porque eu gosto de histórias com reviravoltas. Agora, vamos ver qual será a reação da Gisele. Espero que te agrade. Abraço!

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  2. Feminização é algo que me excita muito.

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