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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Feminizado pela Minha Prima - Capítulo Final


Duas semanas das minhas férias haviam se passado e Fernanda finalmente havia sido liberada do seu estágio. Minha irmã estava curiosa para saber em que situação eu me encontrava, e logo no primeiro dia, pôde descobrir.

Tão logo minha tia saiu de casa, Carol ordenou que eu fosse para o quarto me arrumar, enquanto as duas conversassem. Sabendo o que estava por vir, eu escolhi minha roupa mais feminina, de modo que eu me humilhasse ao máximo possível.

Assim que Fernanda abriu a porta e me encontrou ali, não conseguiu esboçar uma palavra. Lá estava eu, ajoelhado, de camisola, meia-calça cor de rosa, salto alto rosa e vestidinho no chão, exibindo meu novo cinto de castidade cor de rosa.



Vendo que Fernanda não falaria nada, Carol se adiantou:

- E então, o que achou da sua nova irmãzinha?

- Eu... Não acredito que você foi tão literal quando disse que controlava o pau dele.

- Oh sim. Mas não se engane com a aparência. Isso aí já deixou de ser um pau faz tempo, né Gisele?

- Sim, senhora. É só um grelinho agora. - Eu disse.

- Uau! E você gosta disso mesmo? - Perguntou minha irmã.

- Sim, senhora.

- Parece que eu ganhei uma irmãzinha obediente.

- Você nem faz ideia. Experimenta pisar na cara dela.

Eu já ia me deitando no chão, mas Fernanda se adiantou e, escorando-se na parede, levantou seu pé descalço até a altura do meu rosto. Eu me abaixei um pouco, para permitir que ela esfregasse a sola na minha cara.

- Você gosta disso, né mana?

- Adoro, senhora. - Eu respondia, sufocado pelos seus dedos.

Eu não podia mentir. A sensação de ser pisado já era boa o suficiente. Mas ser pisada pelo pé suado da sua irmã mais velha, em pleno calor de verão, era um nirvana pra mim.

- Eu sei que sim. Depois que eu descobri que você era submissa, comecei a reparar na forma como você olhava meus pés. Na verdade, é um pouco doentio que você tenha tesão pelos pés da irmã. 

- Você não entende, prima? A Gisele é submissa a todas as mulheres. Ela fica excitada de ser dominada por qualquer uma. Nesse momento, ela deve estar salivando pra provar o gostinho do seu.

- É verdade, maninha? - Eu fiz que sim com a cabeça. Fernanda abriu um largo sorriso e disse. - Deita no chão. Hoje é o teu dia de sorte. O dia tá quente e eu bem que podia refrescar os meus pezinhos. Língua pra fora!

Obedeci à minha irmã e me coloquei como seu capacho. Naquele momento de perfeita união entre dominadora e escravo, era fácil esquecer de todo os problemas que eu passava. Era o momento de me submeter àquela que de algum modo sempre me controlou.

Era o momento de me submeter à minha irmã mais velha.

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Mais tarde naquele dia, Carol saiu para se encontrar com o namorado, deixando eu e minha irmã a sós. Foi esse o momento que ela achou para conversar comigo.

- Maninho, quero que me conte a verdade: você aceitou se submeter a tudo isso?

- Sim, senho...

Fui interrompido com um tapa na cara.

- Pode falar normalmente comigo.

- É... Sim, Fernanda. Eu realmente sinto tesão de ser humilhado.

- Vou te fazer uma pergunta séria agora. E não quero que minta pra mim, pois independente da resposta, você sabe que eu te amo... Você é gay?

- Eu acho que não. Quer dizer, é confuso. Eu posso me vestir de mulher, mas não sinto vontade de ficar com um cara ou de chupar um pau de verdade. Eu só gosto de me humilhar de verdade por uma mulher. - Essa era a verdade. Pelo menos até onde eu sabia.

- Acho que entendi. Mas a Carol vem te tratando bem?

- Claro.

Fernanda percebeu a hesitação na minha voz.

- Maninho, pode me contar a verdade. Eu tô do seu lado sempre. Tem certeza que não tem algo que você queira me contar?

A dúvida me veio em mente nessa hora. Será que Fernanda era alguém a se confiar? Fora ela mesma que me revelara no outro dia. Por outro lado, ela parecia genuinamente preocupada comigo. Era difícil definir de que lado estava a minha irmã.  Mas eu percebi que não tinha escolha. Eu precisaria da ajuda dela.

Foi então que contei toda a verdade. De como minha prima tinha me drogado secretamente pra me tornar sua menina em todos os aspectos. Fernanda me ouviu atentamente, para no final exclamar:

- Que vadia!

- Você está mesmo do meu lado?

- Claro que sim, mano. Isso não se faz! Por que você não foi falar com ela ainda?

- Porque a solução dela seria me deixar à própria sorte, com castidade e tudo. Eu já parei de tomar o chá com anticoncepcional, mas agora preciso me libertar da castidade.

- E como eu posso te ajudar nisso?

- Ela esconde em algum lugar que eu não sei. Já procurei por tudo, mas nenhum sinal. Talvez ela mostre pra você. O que você acha? - Vendo sua cara pensativa, eu complementei. - Por favor...  Eu só quero ser livre de novo.

- Não é isso, mano. Óbvio que eu tô dentro do plano. Mas acho que tirá-lo da castidade não basta. A Carol merece uma lição. E eu já sei o que vamos fazer. - Ela disse, com seu sorriso perverso.

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Alguns dias depois, eu estava varrendo o chão quando Carol chegou em casa com o seu namorado. Roger me deu aquele seu costumeiro olhar debochado.

- Quer dizer que você botou o primo no serviço, é?

Ele nem tinha ideia como. Por sorte, Carol me avisara antes da sua vinda, e me deixou usar minhas roupas masculinas.

- Ele é um bom menino. Gosta de agradecer a estadia. Falando nisso, já arrumou o meu quarto, primo?

- Sim, Fer. Passei um bom tempo nisso.

- Que bom, porque a gente vai lá agora e eu vou averiguar o seu trabalho. - Ela disse em seu tom de brincadeira, que eu sabia que no fundo era sério.

- Mas que mandona que você é. - Disse Roger, abraçando-a por trás e beijando-a na boca. - Será que ele serve umas bebidas pra gente também?

- Claro que sim, mor. Ele é um cavalheiro. Primo, seja um amor e prepara um suco de limão pra gente.

- Eu vou querer uma breja.

- E leva uma cerveja pro Roger.

Eu acenei que sim com a cabeça, enquanto os dois se dirigiam ao quarto. Depois que preparei o suco, levei o copo dela e mais a cerveja do Roger. Quando abri a porta, os dois estavam no maior amasso na cama. Eu hesitei um pouco na porta, mas Roger me mandou entrar.

- Pode entrar. Deixa eu ver se tá gelada. - Eu levei a cerveja até ele, que, sem sair de baixo de Carol, averiguou a temperatura. - Tá trincando. Valeu, camarada. Fecha a porta quando sair.

Deixei os dois a sós e aguardei. Pela forma como eles me trataram, eu sabia que meu plano daria certo. 

Dito e feito. Depois de meia hora esperando no meu quarto, eu ouvi passos firmes no corredor. Atrás deles, uma voz feminina.

- Não, espere..!

Mas a porta da frente se fechou com força. Dessa vez, novos passos apressados em minha direção. Carol abriu a porta:

- Que porra você fez?!

- Do que você tá falando?

- Não se faça de desentendido! Você plantou uma camisinha usada no meu quarto!

- Mas como eu poderia, senhora? O meu pau tá preso esse tempo todo!

- Eu não sei como, mas você conseguiu gozar ali dentro.

- Não sabe, porque os hormônios femininos já deviam ter eliminado o meu esperma, não é? - Ela engoliu em seco. - Ah, você achou que eu não ia descobrir mesmo...

- Você não entende...

- Não, eu acho que você não entende! Que porra tem de errado com você, pra me drogar daquele jeito?

- Mas você assinou um contrato dizendo que queria ser menina. Eu só queria que você virasse uma... De corpo e alma.

- Bom, eu tô me lixando pro contrato. O que você fez foi totalmente errado. Eu podia te processar por isso. Mas não seria tão divertido...

- Olha, eu entendo sua raiva... Entendo porque você quis acabar com o meu namoro. Mas eu só não entendo como você fez isso.

- Muito simples. Eu parei de tomar o chá descobri o seu esconderijo da chave. Me libertei da gaiola e tão logo consegui gozar de novo, eu produzi a camisinha e coloquei no seu quarto. Mas sabe como eu fui capaz de enganar de verdade o Roger?

- Como? - Ela perguntou, claramente confusa.

- Porque você quebrou o contrato. Contou pra ele da minha castidade, sem a minha autorização. Eu percebi que o respeito dele por mim caiu subitamente. Ele já não se sentia mais ameaçado. Sabia que você não me soltava nunca. Por isso, quando ele achou a camisinha, já logo pensou em traição. Nunca imaginou que pudesse ser minha: do escravo com o pau engaiolado.

O plano de Fernanda era realmente perfeito. Carol parecia estar digerindo tudo que eu falava ainda. Ela olhava para baixo, aparentando vergonha e arrependimento. Mas isso não bastava para mim.

- Vamos lá. Diga alguma coisa. Aprendeu a não me subestimar agora?

- Primo, eu quero te fazer uma nova proposta. Esqueça o contrato anterior. Sabe porquê eu contei ao Roger de você? Porque eu queria torná-lo escravo do nosso casal. O Roger já tinha embarcado na ideia, e bastava apenas eu te convencer. Bem... Meu sentimento não mudou. Se você contar a verdade ao Roger, ele não só vai me perdoar, como vai te aceitar como nosso escravo

Aquela oferta me pegara de surpresa, e Carol se aproveitou da minha fraqueza. Aproximando-se de mim, ela colocou sua mão sobre o meu queixo:

- Pensa só nisso, primo: você vai continuar me servindo, além me ver sendo fodida em primeira mão. E mais, eu ia deixar você limpar a minha bucetinha esporrada quando quiser, direto do meu grelinho. Esquece essa história de chá. Eu nunca mais vou fazer isso com você. Enquanto você estiver aqui, vai servir a mim e ao meu namorado.

A ideia de servir um casal era realmente muito excitante. Não vou mentir: uma parte de mim se balançou com essa proposta. Mas eu sabia que aquele era o momento de firmar o pé no chão e lutar pela minha dignidade.

- Não. Eu não quero mais te servir.

- Tá certo então. Chega dessa história de submissão. - Ela levou sua mão até o meu pau. - E quanto ao seu desejo antigo de me ter na cama? Conte a verdade ao Roger amanhã, e hoje eu serei só sua...

Ela esfregava a mão no meu pau, e ele inevitavelmente ficou duro. Era tudo o que eu sempre quis: tê-la só pra mim, mesmo que por uma noite só. Lentamente, ela desbotoou o ziper da minha calça, abaixou-a junto com a minha cueca, e segurou o meu pau na sua mão.

Começou com movimentos de vai e volta. Eu estava nos céus com aquela punheta. Meus pensamentos de vingança se dissipavam a cada movimento dela. De repente, ela tirou a blusa que estava vestindo, revelando estar completamente nua, afinal ela quase transara naquela noite.

Ela foi então se posicionando acima de mim, pronta pra encaixar e me cavalgar. Aquela deusa maravilhosa se entregaria a mim. E mesmo assim, algo na minha cabeça dizia que aquilo tudo era errado.

Puxando-a pelo cabelo, eu a coloquei de joelhos:

- Se vai fazer isso, vai fazer como uma vadia: chupando o meu pau.

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Olhando para trás, eu percebi como minha vida fora cheia de altos e baixos. 

Eu segui a vida como Gilberto novamente. Por algum tempo, eu até continuei chupando os pés da minha irmã, para nos divertirmos, mas deixei de servi-la como seu escravo. Éramos bons amigos novamente.

Eu continuei a sair com mulheres, e minha regra era: nunca me abrir sobre os fetiches com as minhas namoradas. Eu só me soltava de verdade com as prostitutas de luxo em quem eu confiava. 

Construí minha carreira na maior empresa paulista de produtos químicos e cheguei a presidi-la por alguns anos. Só que eu pisei na bola com a minha regra e acabei sendo chantageado pela vice-presidente, que filmou o meu segredo.

Aceitei sua oferta de aposentadoria, que não me pareceu nada mal. Minha imagem estava a salvo e eu não me envolveria mais com o pessoal maluco da empresa. Agora era tempo de curtir o meu dinheiro.

Ah, e a minha prima? Depois que Carol se entregou a mim, eu fui esclarecer toda a situação com o Roger (excluindo a parte que ela me dava o boquete, claro). Relutantemente, ele a perdoou. Bem, o namoro perdurou por anos, até que finalmente os dois se casaram.

Já na condição de aposentado, eu fui à cerimônia felicitar os noivos. Muito tempo se passara e éramos amigos novamente. Mesmo assim, quando cumprimentei Roger, o que minha cara realmente queria dizer era: "sua esposa me chupou uma noite antes de voltar com você."

Naquela festa também encontrei outra velha conhecida. Uma velha amiga de Carol que há muito me dominara: Ana, a loira que eu erradamente julgara como tímida. Como eu fui desacompanhado, acabei conversando bastante com ela.

Descobri que ela também se casara com seu namorado de faculdade. Mas havia algo de estranho entre eles também, porque Ana não parava de flertar comigo, mesmo na frente do seu marido. Ele não parecia bravo com a situação, na verdade ele tinha toda a pinta de ser um corno manso.

Será que o mundo inteiro estava ficando louco?

Em um dado momento, com nós três à mesa, ela colocou a mão no meu cabelo e se aproximou:

- Vamos para a minha suíte. Temos assuntos não terminados de 20 anos atrás.

- E quanto ao seu marido? - Eu perguntei, espantado com a situação.

- Tem razão. - Ela se virou para ele. - Gui, busca duas caipirinhas: uma pra mim e outra pro meu amigo. Depois, encontra com a gente no quarto.

Guilherme nos olhava com um sorriso bobo no rosto, de quem estava curtindo tudo isso. Quando ele estava prestes a se levantar para nos servir, eu chamei sua atenção.

- Espere. Eu vou querer uma breja.

FIM


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terça-feira, 26 de junho de 2018

Férias no Caribe - Capítulo Final







Quando planejei a viagem ao Caribe, imaginei uma chance de me aproximar de Ana, tanto física quanto emocionalmente. O que eu não tinha previsto era que terminaria meus dias carregando cadeiras de praia para ela e seu namorado. Eu tinha que fazer malabarismo para carregar três cadeiras, mais o guarda-sol e a bolsa de Ana.


Thomas se recusava até mesmo a carregar sua própria cadeira. Quando eu reclamei disso, Ana sugeriu que eu levasse apenas duas cadeiras e sentasse no chão. Eu me sentia frustrado com o fato de ela não me apoiar. Talvez ainda estivesse ressentida com o caso que eu tive.


Voltando da praia, não conseguimos achar um chuveiro para molhar nossos pés. Foi então que Ana teve a perversa ideia de me fazer lamber os dela, para tirar a areia. Eu protestei, pois não estava nada disposto a me humilhar no meio da rua. Porém, não fui capaz de amolecer seu coração. Escorando-se em um muro baixo, ela sentenciou:


- Se você não se atirar no chão agora, eu te deixo preso por mais uma semana.


Meu corpo agiu antes que eu pudesse pensar em retrucar. Era como se meu pênis, ameaçado, tivesse engatilhado um reflexo de obediência em mim. Quando dei por mim, minha língua já passeava pelos pés sujos de areia da minha esposa. Larguei as cadeiras ali mesmo no chão da calçada.


Felizmente, era um final de tarde em uma rua residencial, de pouco movimento, à beira da mata que ficava antes da praia. Mesmo assim, qualquer pessoa podia nos ver da janela de suas casas. Meu consolo era pensar que eu não conhecia nenhuma daquelas pessoas.


O gosto de areia já era familiar da outra tarde na praia, mas não deixava de ser menos nojenta por isso. Eu tentava não pensar no gosto, e sim que estava adorando aqueles pés suculentos. Claro, também pensava em ter meu pênis liberado mais cedo.


Ouvi um casal de idosos passando por nós e dando risada da situação, mas eles não nos incomodaram. Na verdade, quem me incomodou foi o namorado da minha mulher.


- Quem sabe depois ele pode limpar os meus também.


- Eca! Nem pensar! Está fora de questão! - Respondeu Ana, veementemente.


- Calma, calma. Eu só tava brincando. - Disse Tom, dando risada.


Ainda bem que Ana decidiu intervir a meu favor, pois era uma coisa que eu não faria nem morto. Aguentaria a punição que fosse, mas não me degradaria tanto pelo meu rival. 


Sentia que Thomas ainda me odiava pelo fato de eu ter dormido com a sua mulher, e isso me fazia me sentir melhor comigo mesmo. Não estava fazendo nada daquilo por ele, mas sim pela minha mulher.


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O sol já tinha se posto quando nós três voltamos à cabine do navio, para nos arrumarmos pra janta. Ana se serviu de um pouco de vinho branco e disse que ia tomar banho. Thomas se voluntariou para acompanhá-la, mas, para surpresa dela (e minha também), ela disse que queria tomar banho comigo.


Thomas saiu para tomar banho na outra cabine (aquela que eu tinha alugado), deixando-me a sós com a minha mulher. Ela pediu que eu servisse um pouco de vinho branco pra nós e, por falta de taças, eu servi dois copos.


Fomos até o banheiro, onde ela mandou que tirasse sua canga e bíquini. Também me despi, mas ela disse que primeiro eu iria esfregá-la pelo lado de fora da banheira. Larguei o copo e fui obedecer o seu comando, começando pelas costas.





Ana estava com um ar diferente. Um ar pensativo.


- Algum problema, Ana?


- Você tá feliz com o jeito que eu te trato?


- Na verdade não... Eu me sinto um intruso no relacionamento de vocês. - Eu disse, depois de respirar fundo e tomar coragem.


- Eu entendo o seu lado. Mas você deve entender que me magoou muito, né? Eu preciso de um tempo para confiar em você de novo.


- Sim, mas eu te asseguro que foi a primeira e última vez.


- Essa é a palavra, Gui: segurança. É o que eu sempre tive contigo, e é o que quero ter de novo. Essa ideia toda de castidade é muito excitante, não vou mentir. Mas o que eu quero é ter o meu marido novamente focado em mim. 


- Eu entendo.


- Sei que é estranho me ver com outros homens, mas te garanto que nenhum deles é uma ameaça a você. Tanto que, depois que você entendeu minhas necessidades, eu te contei de cada um deles. E acho que no fundo... você se excita com isso também.


- Claro que não, mas eu tolero. 


- Pensa bem, Carlos. Eu vejo o seu olhar de tesão quando eu te conto das minhas noitadas. Aposto que você se masturba em segredo quando eu saio pra um encontro, não é?


O meu silêncio falou por mim. Ana sorriu pra mim:


- Não se sinta mal por isso. Cada um tem os seus fetiches. O seu é de ser um macho beta, que se masturba só de pensar na esposa sendo comida por um macho alfa. Pelo menos agora eu vou cortar um pouco o seu hábito de se masturbar.

Eu arregalei os olhos:

- Por quanto tempo você quer manter esse negócio de castidade?


- Até eu enjoar, querido. E agora, mais alguma coisa que queira me perguntar?


- Sim... Você não pretende tornar públicas essas suas traições quando voltarmos, né?


- Ah amor, isso é só uma brincadeira daqui, porque ninguém nos conhece. Lá em Curitiba, eu continuarei sendo discreta na sua frente... Mas você sabe que a cidade inteira já te conhece como corno.


- Contanto que eles pensem que é pelas minhas costas, está tudo bem.


Ana sorriu mais uma vez:


- Viu só como você tá acostumado? E pode ficar tranquilo que minha relação com o Tom é estritamente carnal. Assim que o navio atracar, eu termino com ele.


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Depois da janta, nós três voltamos à cabine. Thomas sentou na cama e Ana logo foi para o seu colo. Os dois começaram no maior amasso e eu novamente me senti deslocado. Ana percebeu e me disse para tirar a roupa e colocar a coleira.


Novamente movido por uma força que eu desconheci, eu acatei seu pedido. Ambos estavam completamente vestidos, enquanto eu estava nu, a não ser pela coleira rosa e o cinto de castidade. Quando Ana viu que eu estava pronto, estalou os dedos e apontou para seus saltos.


De algum modo, entendi o recado e me coloquei de joelhos para tirá-los. É difícil admitir, mas eu estava morrendo de tesão ao ver minha mulher nos braços de outro. Como não podia me tocar para aliviar a tensão, resolvi segurar o pé de minha esposa e lambê-lo.




Agora que eu era um homem eunuco, os pés viraram minha válvula de escape para todo o tesão. Nunca antes eu havia percebido quão macios e suculentos eles eram. Minha esposa devia se esforçar muito para mantê-los assim e era justo que eu retribuísse isso, adorando-os.


Ana parecia ter gostado da minha iniciativa, pois não se opôs aos meus carinhos. Thomas então a levantou e tirou as roupas da minha mulher, deixando-a somente de meia calça. Ela, por sua vez, abaixou as calças de Thomas e começou a chupar o seu pau com determinação.




Thomas fechava os olhos em êxtase, e eu observava tudo em um misto de inveja e excitação. Minha esposa era boqueteira profissional, e eu a vi ir até o fundo daquele pau grande. De repente, ela olhou pra mim e sorriu:


- Calma, Gui, eu não me esqueci de você.


Dito isso, ela se desgrudou do pênis para vir me beijar na boca. Eu senti aquele gosto de pau, mas tentei ignorá-lo. Foquei apenas no beijo delicioso da minha mulher.


- Você é o melhor marido do mundo! Quero que participe disso. Espera um pouco... - Ela olhou ao redor no quarto. - Tive uma ideia, me segue.


Ela então se sentou na cadeira e mandou que eu deitasse no chão sob a cadeira e de frente pra ela. Chamou Thomas pra perto e começou a chupá-lo ali mesmo, logo em cima de mim. Eu fiquei com uma visão privilegiada daquele boquete, mas isso vinha com um preço: minha esposa babava muito durante o sexo oral.


Toda aquela saliva misturada com pré-gozo caía na minha cara e eu me perguntei se Ana sabia disso, o que ela logo confirmou:


- Abre a boca, corninho!


Temeroso do que vinha, eu obedeci. Ela então se abaixou e cuspiu na minha cara, me lambuzando de sêmen e saliva. Parte entrou na minha boca, parte se espalhou pelo meu rosto.

- Pode engolir e agradecer: é o sêmen de um macho alfa!



Mesmo que não quisesse, eu engoli a porra. Pelo menos eu tive tempo de me adaptar ao gosto durante a viagem. Se antes tinha ânsia de vômito, agora tolerava o gosto. Ana tinha razão: eu havia me transformado num macho beta, totalmente submisso.

Ela continuou chupando enquanto Thomas puxava seus cabelos.





Até que por fim, com um gemido, Thomas descarregou sua ejaculação na boca da minha esposa. Ela se abaixou e abriu a boca, deixando escorrer toda aquela mistura de gozo e baba. 

Apesar da humilhação de ter que engolir aquilo, eu estava feliz porque finalmente chegaria a minha vez. Olhei esperançoso para Ana, mas ela apenas disse:

- Tô cansada, amor. Quem sabe amanhã de manhã...

Ela levantou-se para deitar na cama e Thomas foi logo atrás, dormir de conchinha com ele. Sem forças, passei a noite deitado no chão, com rosto sujo de porra, refletindo sobre a minha perspectiva de futuro.

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A manhã seguinte chegou e com ele, o dia de se despedir do navio Shackelton, que nos largou em Pernambuco, de onde pegaríamos vôo para Curitiba no dia seguinte. Como eu esperava, Ana acordou sem clima para transar comigo. A nossa viagem estava chegando ao seu fim sem que tivéssemos transado entre nós uma única vez.

Quando atracamos, Ana quis passar na cabine de Thomas para se despedir. Ela me chamou para ir junto, mas preferi esperá-la com as malas do lado de fora do navio. Foi esperando no porto que avistei Marina ao longe. 

Nós não conversávamos desde a noite que passamos juntos, mas mesmo assim ela se aproximou e me cumprimentou timidamente.

- Como você está? - Eu perguntei a ela.

- Um pouco melhor agora. Depois que eu admiti o que aconteceu, ele me contou das várias traições dele. Essa viagem serviu pra eu finalmente abrir os meus olhos. Peço desculpas por não ter te avisado antes que contaria. Foi algo espontâneo.

O fato de ela abrir a boca não me surpreendia. Marina era uma pessoa boa, que certamente ficou com peso no coração.

- Tudo bem, eu te entendo. Além do mais, eu e Ana já acertamos tudo agora.


- Ah, sério? Mas ela te contou do que fez, não? - Na mente inocente de Marina, aquela fora a primeira traição que sofri.



- Sim, mas nós perdoamos um ao outro. 

- Gui... Você tem certeza disso? Será que o seu coração não quis lhe dizer algo diferente naquela noite?


Dito isso, ela segurou a minha mão. Olhei para os olhos de Marina. Ela era uma mulher linda, inteligente e, acima de tudo, nunca me trairia. Eu percebi que relações extraconjugais não eram sua praia. Ela seria a esposa perfeita... Mas por que então eu não sentia mais atração por ela?



Antes que eu pudesse dizer algo, meu celular vibrou no bolso. Agora que estávamos atracados no Brasil, ele finalmente recebera as mensagens dos últimos 10 dias. Puxei rapidamente e a primeira mensagem que aparecia era da Jéssica, minha filha mais velha.

"Pai, não esquece de ligar quando chegar. A gente tá morrendo de saudade. Não esquece da gente na próxima viagem"



Em anexo, ela mandou uma foto nossa da viagem ao Rio de Janeiro, em que estávamos eu, Ana, Jéssica e Sofia. Todos tomando sorvete e sorrindo. Percebi que eu não podia viver sem aquelas pequenas coisas.

Marina não pôde deixar de ver a foto também. Agora seu tom era de arrependimento:

- Me desculpa, Gui. É que eu ando tão sozinha que acabo falando essas besteiras.

Eu a abracei e disse:

- Você vai encontrar alguém, Marina. Você é linda, por dentro e por fora. Merece alguém muito melhor.

Ela sorriu, mas logo sua expressão mudou. Ela estava agora com o olhar fixo para algo que acontecia atrás de mim. Virei-me para ver, e lá estavam Ana e Thomas. Os dois estavam agarrados, trocando um beijo demorado, de língua. Eles deviam ter acabado de sair do navio e estavam se despedindo.

Marina já estava espantada, mas quando viu meu rosto tranquilo ficou boquiaberta. Eu estava desconfortável, não sabia o que dizer. Na verdade, nada que eu dissesse remendaria a situação.

Ana se despediu de Thomas, que partiu por outro caminho para nos evitar. Minha esposa veio em direção a mim e Marina e me cumprimentou com um abraço no pescoço e um beijo na bochecha.

- Amor, vamos pra não perder o táxi. - Em seguida, sorriu para Marina. - Tchau Marina, foi um prazer viajar com você.



Marina continuava boquiaberta e não respondeu. Desconfortável, eu me despedi com um aceno de cabeça e me afastei de mãos dadas com Ana, que disse no meu ouvido:
- Não se preocupe, amor. Nossa viagem ainda não acabou. O Tom me deixou tão excitada que assim que chegarmos no hotel, eu quero te usar.



Meu coração não mentia para mim: eu estava com a mulher que amava. Olhei para trás e me despedi de Marina com um olhar de que estava tudo certo. Depois disso, nunca mais olhei para trás.




Fim





quarta-feira, 20 de junho de 2018

Férias no Caribe - Capítulo IV



Solidão era a palavra que definia os meus dias seguintes no cruzeiro. Em apenas um momento de fraqueza, eu conseguira arruinar um casamento de 10 anos. Agora eu estava em alto mar, sem esposa ou qualquer amigo.

Nem mesmo Marina ligava pra mim. Depois que ela e Thomas se separaram, ela passava a maior parte do tempo enfiada em sua cabine. Aparentemente, Thomas estava dormindo com Ana na minha antiga cabine. Eu tive que alugar uma nova.

Eventualmente, eu via Ana pelo navio, sempre acompanhado do meu rival. Era constrangedor cruzar com eles de mãos dadas no corredor. Ana virava a cara e Thomas me dava um "olá" envergonhado.

Sendo assim, comprei minha passagem antecipada para casa. Interromperia o cruzeiro em Aruba, onde pegaria um vôo para Curitiba. Curtiria alguns dias com minhas filhas e retiraria minhas coisas da casa antes que Ana chegasse.

Seria doloroso ter que dar tchau aos meus dois maiores tesouros, mas eu batalharia ferozmente pela guarda delas. Mesmo assim, nada seria como era antes...

Estava tomando meu último café da manhã no cruzeiro, sozinho, quando notei a aproximação de Ana. Para minha surpresa, ela sentou-se à minha frente na mesa.

- É... Bom dia, Ana. - Eu a cumprimentei, ainda com um pouco de pão na boca.

- Ainda se sentindo mal? - Vendo minha falta de resposta, ela complementou. - Ótimo, pois deve mesmo. A sua sorte é que eu tenho um coração mole.

Aquilo me pegou de surpresa. Senti meu coração bater pela primeira vez depois de muitos dias.

- Quer dizer que você tá pronta pra me perdoar?

- Mais ou menos. Queria conversar em reservado com você. Vamos para a nossa cabine.

Abandonei meu café pela metade, até porque o frio na minha barriga me impediria de comer. O jeito que ela se referiu à cabine como "nossa" me deu esperanças.

Acompanhei-a até a cabine e logo tive o primeiro baque de realidade. havia lá uma mala diferente, presumivelmente de Thomas. Além disso, algumas roupas masculinas espalhadas pelo quarto. Ana se divertiu com o meu espanto.

- Ora, o que você esperava encontrar aqui?

- Tudo bem. Sobre o que queria conversar? - Tentei disfarçar meu desapontamento.

- Bom, dizer isso não é fácil, mas... Apesar de tudo, eu ainda te amo. Não consigo viver sem você.

- Eu também te amo! - Meu coração estava aos pulos.

- Mas você pisou feio na bola. Não posso deixar isso passar batido. Se voltarmos, quero que uma coisa fique clara, de uma vez por todas: eu posso transar com quem eu quiser, mas você só pode ficar comigo. Parece justo?

Claro que não era justo, mas o que eu podia fazer a respeito? Estava claro que eu amava aquela mulher. Estava disposto a aceitar qualquer condição para continuar com ela, então disse:

- Sim. Eu prometo, Ana.

- Bom, eu sabia que você prometeria, mas não posso me arriscar de novo. Dessa vez, quero uma garantia que você não vai me trair.

Então ela puxou uma caixa da gaveta do seu armário. Nela, tinha uma imagem de um objeto plástico, em formato de pênis.

- O que é isso?

- Um cinto de castidade, tolinho.

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Era desconfortável e humilhante, mas se era necessário usar aquele dispositivo para salvar nosso casamento, eu assim o faria. Ana me mandou depilar toda a região púbica, o que, por si só, já era humilhante.

Ela então me prendeu na gaiola e guardou a chave em seu pescoço. Quando terminei, eu estava completamente nu, exceto pelo cinto de castidade. Ana tinha agora total poder sobre mim, e não perderia a chance de me provocar.

- Olha só pra isso, amor! Depois você me pergunta porque eu transo com outros caras. O pau dos meus amantes nem caberia nessa gaiola. Mas não fique triste, amor. Tamanho não é documento. - Ela piscou pra mim. - Eu ainda gosto do seu pau, só que ele andava rebelde... Agora ele é só meu.

Ela então desabotoou sua camisa e tirou sua saia, inclinando-se para rebolar sobre o meu pau preso. Era doloroso ter o meu pênis tentando vencer o dispositivo de plástico. Tão doloroso que pensei que seria capaz de parti-lo ao meio. Infelizmente isso não aconteceu.

Ana prosseguiu para tirar o sutiã e a calcinha. Então, pôs-se de joelhos e colocou meu pau encoberto na sua boca. Ela se divertia com a minha cara de sofrimento.

- O que foi, amor? Você não gosta mais do meu boquete?

- Por favor, Ana... Solta o meu pau só por hoje então.

Ela então se levantou e me deu um tapa no rosto.

- Seu pau?! Achei que combinamos que ele agora me pertencia. - Eu olhei pra baixo, quieto. - Diz pra mim, Gui! De quem é esse pau?

- É seu, Ana...

- Isso mesmo. Você não pode nem tocar uma punhetinha sem pedir a minha permissão.

Fiquei assustado de conhecer esse lado sádico da minha esposa, mas aquilo era estranhamente excitante. Ela parecia uma verdadeira dominatrix.

Ana deitou-se na cama e abriu as pernas para mim, expondo a bucetinha que eu tanto amava.

- Vem me satisfazer do único jeito que consegue. E se não conseguir, eu vou usar uma fita pra prender a tua boca também.

Fui prontamente atender seu pedido. Ou seria uma ordem? Era difícil dizer, pois havia poucas coisas que um homem se recusaria a fazer tendo seu pênis na posse de uma mulher. Pus-me então a chupar sua bucetinha, do jeito que ela sempre gostava.

Foi reconfortante ver minha esposa gemendo de novo. Sabia que minha língua nunca falharia. Era questão de tempo até ela liberar o meu pau para ser comida de vez...

Foi então que ouvi a porta da cabine se fechando atrás de nós. Thomas havia adentrado no quarto. Ele olhava surpreso pra mim, e eu retornava com um olhar de desprezo e sorriso no rosto. Estava marcando território e expulsando-o dali, pois ele não era bem-vindo.

- O que tá acontecendo? - Ele perguntou.

- Nada não, querido. Ele tá só me aquecendo.

Eu estava confuso quando Ana fez sinal com o dedo para ele se aproximar. Ele ficou então de pé ao lado da cama, enquanto Ana desabotoava o seu cinto e abaixava suas calças e cueca, revelando o seu pênis.

Eu estava boquiaberto com a audácia de toda aquela situação, mas Ana não hesitou:

- Eu mandei parar, Gui?

Atraído por alguma força e sem pensar, eu voltei a chupar sua buceta. O que estava acontecendo comigo? Por que eu estava obedecendo cegamente seus comandos?

Foi dolorosa a imagem da minha esposa chupando outro pau. Claro que ela já tinha feito muitos boquetes nos nossos anos de casados, mas nunca na minha frente. Não queria reparar, mas o pênis de Thomas era levemente menor que o meu.

Foi aí que eu percebi: não se tratava de ter paus maiores. Tratava-se de estabelecer dominância sobre mim. Ela ficava com outros caras porque sabia que podia. É por isso que ela insistia em me ter como marido. Tinha um prazer sádico em me ver sofrendo. 

Infelizmente, descobri que eu também tinha um prazer oculto por isso. Eu queria sentir raiva, mas estava excitado com a cena. Meu pau pressionava mais forte contra a gaiola, enquanto minha esposa chupava o meu rival. De repente, ela me empurrou para longe com a mão.

- Sai que eu quero um pau de verdade agora.

Enquanto Thomas terminava de tirar suas roupas, Ana puxou outra coisa do armário. Mais um presente para mim: uma coleira cor de rosa. Outra vez, inexplicavelmente, eu aceitei o presente, vestindo a coleira.

-  Você ficou um gato, amor!

Ana ria da minha cara, enquanto Thomas olhava mais com espanto.

- Não acredito que você convenceu ele a fazer tudo isso.

- Eu falei que sabia domar meu marido! Mas chega de papo, eu preciso de alguém pra domar a minha xana.

Dei licença para que Thomas deitasse na cama, e ele a penetrou. Os dois transavam em um papai-e-mamãe enquanto eu ficava só olhando. A parte mais doentia disso é que eu desejava ser solto pra estar me masturbando. Ana percebeu o meu desconforto.

- Querido, eu amei os seus mimos nos meus pés aquele dia. Pode fazer o mesmo agora!

- Sim, Ana!

Ela então elevou suas pernas, permitindo-me maior acesso aos seus pés. Por sorte, sobrou algum espaço na cama para eu sentar e me pôr a serviço. Comecei chupando seus dedinhos, um por um, e depois parti para longas lambidas em suas solas.

Eu nunca fui um cara particularmente chegado em pés, mas tampouco tinha nojo deles. Então não foi problema para mim atender esse capricho da minha esposa. A partir daquele dia, minha vida seria mesmo focada em atender seus caprichos.

Ana disse que queria trocar de posição e os dois se levantaram para que ela ficasse de quatro. Como ela não mandou, eu não fui até seus pés. Em vez disso, fiquei de frente para ela, admirando suas expressões enquanto ela era comida por trás.

Como eu ousava pensar que estava à altura daquela mulher? Ela era uma verdadeira musa, enquanto eu era um cara sem graça. Ana merecia todos os homens que pudesse ter, e eu só tinha a agradecer por ela me querer de marido.

Ana percebeu meu olhar de devoção e, pondo a mão no meu queixo, retribuiu o meu carinho, dizendo:

- Eu te amo! - Ela se esforçava para falar em meio às arfadas, enquanto era penetrada pelo amante.

- Eu também te amo, pudinzinho!



Ela me puxou para me dar um grande beijo de língua. Eu ainda sentia o gosto de pau na boca dela, mas não me importava. Era uma demonstração de afeto ainda assim.

Thomas, enciumado, começou a meter mais forte nela, e ela gemia mais alto.

- Vai, Tom! Me come com força!

Ela agora empurrava minha cabeça contra a cama, explodindo de tesão.





Como esperado, Tom não foi capaz de se conter por mais tempo ao ouvir aquela deusa grega gemendo. Logo, gozou na buceta da minha esposa. Notei, assustado, que ele não tinha colocado a camisinha.

Ana também não estava feliz.

- Podia ter me avisado, né? Olha só a sujeira que você fez... - Então ela olhou perversamente pra mim. - Acho que alguém tem que limpar agora.

- Não, por favor, Ana... - Eu suplicava que ela tivesse dó.

Mas foi em vão. Ela desencaixou de Thomas e sentou-se à minha frente, colocando sua buceta usada a poucos centímetros da minha cara.

- Vem, amor... Você não quer que eu engravide, né?

Observei com nojo aquele sêmen escorrendo da sua buceta. De algum modo, porém, a cena era ao mesmo tempo excitante pra mim. Talvez fossem os dias sem gozar, mas tudo que Ana fazia comigo parecia excitante. Assim, mesmo temeroso, eu pus-me a limpar sua xana.



O gosto não era tão ruim quanto eu imaginava. Tinha uma consistência líquida, de alguém que estava gozando diariamente (provavelmente na minha esposa), e o sabor era salgado. Mesmo que a ideia fosse nojenta, eu procurei me focar na parte de estar chupando a bucetinha da minha esposa.

Comuniquei a ela assim que julguei o trabalho feito, e ela conferiu antes de me dizer.

- Parabéns, amor! Você está aprendendo direitinho!

À essa altura, Thomas já tinha se mandado para o chuveiro, deixando nós dois a sós. Ana ainda me olhava com cara de safada.

- Eu não deveria, mas você tem agido tão bem que merece uma recompensa.

- Obrigado, Ana! - Meus olhos brilhavam de expectativa, o que divertiu Ana.

- Olha só pra você! Nem sabe qual a recompensa e já tá todo emocionado. Você aceita qualquer coisa que eu faça, não é?

- Sim, amor. - Eu tive que admitir.

- Pois então deite na cama.

Deitei-me e dessa vez ela se colocou de joelhos do lado de fora. Tirou a chave da gaveta e abriu o cadeado do meu cinto de castidade. Meu pau pulou ferozmente pra fora, como uma pessoa que estivesse se afogando e de repente emergisse da água. Ana se deliciava com minha cara de tesão.

- Não ouse se mexer!

Ela então pegou meu pau com a mão enquanto começou a enfiá-lo na boca. Ela abria a boca de modo a não encostar no meu pênis. Eu apenas sentia seu hálito quente umedecendo meu pau. Ela me mandou ficar quieto, mas foi involuntário. Meu pênis, já ereto, deu um salto, encostando no seu céu da boca. 

Esperei que ela ficasse brava, mas, em vez disso, fechou sua boca e permitiu-se tocar a língua nele. Se antes eu fiquei excitado com o sexo oral de Marina, agora eu estava diante de uma boqueteira nata. Ana sem dúvidas treinara com paus de todos os tamanhos e grossuras.

Sua boca conhecia cada ponto de prazer meu e os explorou lentamente, começando pela cabeça.



Gradativamente, a suavidade do seu toque deu lugar a um ritmo mais acelerado, até que ela estivesse me masturbando vigorosamente com a boca. Eu tentava não gozar, pensando nos artigos do Vade Mecum, na escalação da seleção brasileira de 1970, em qualquer coisa para tirar minha mente dali. Queria durar o máximo de tempo possível.

Finalmente, não aguentei e irrompi em gozo. Todo aquele sêmen acumulado foi parar na boca da minha esposa. Ela aguentou tudo aquilo, mas sem engolir. Observei sua cara de safada, enquanto meu sêmen escorria pelo canto da boca.

De repente ela subiu na cama e deitou sobre mim. Vendo aonde ela queria chegar, eu tentei desviar, mas estava imobilizado por ela. Antes que eu pudesse fazer algo, ela veio com seu rosto acima do meu e derramou todo o conteúdo da sua boca na minha cara.

Agora o meu rosto estava todo sujo de gozo. Como se não bastasse, ela ainda me deu um beijo de língua, fazendo com que eu experimentasse meu próprio sêmen. Como eu havia acabado de gozar, não tinha tesão nenhuma no ato, e eu estava enojado. Ana percebeu meu desconforto e sorriu.

- Não se preocupe, Gui! Você vai se acostumar com o gosto. Eu vou parar de te negligenciar. A partir de hoje, você será o meu corninho adestrado.

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