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segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Diário de nosso período no Venus Resort

PRÓLOGO

Querido diário, me chamo Matheus e quero começar dizendo que diários são uma invenção estúpida dos pais para bisbilhotarem a vida de suas filhas adolescentes. Porém, escrever um diário é pré-requisito para completarmos nossas metas da terapia de casal.

Sim, com apenas quatro anos de casado, eu já estou ingressando em um programa que promete “salvar o meu casamento”. Claro que isso tudo é ideia da Sofia, minha amada esposa.

Casamos muito jovens. Eu com 25 anos e ela com 19. Como era de se esperar, nosso apetite sexual era enorme nos nossos primeiros anos de relacionamento. Mas com o tempo, nossa relação foi esfriando e o interesse da Sofia por mim foi diminuindo.

Embora eu não seja exatamente um cara romântico, eu a amo muito. Talvez meu problema seja como demonstrar isso. Com a fortuna que fiz logo cedo, pude proporcioná-lo tudo do bom e do melhor. Nossa mansão é repleta de funcionários para servi-la, de modo que ela não precisa se preocupar com nada. Mesmo que passemos a maior parte do tempo em casa, ela prefere se ocupar com suas pinturas, me deixando em segundo plano. Talvez eu não seja mais atraente pra ela…

É por isso que quando ela sugeriu de passarmos um mês nesse Venus Resort, localizado em uma ilha paradisíaca, eu aceitei. Não porque eu acredite em terapias de casal, mas porque o ambiente de férias pode ser exatamente o tipo de atividade em conjunto que precisamos. Amanhã partiremos para essa aventura.


DIA 1

Chegamos ao Venus Resort. Logo de cara, vi que as fotos subestimavam a beleza do local. A ilha é ainda mais ampla e bonita do que eu esperava. Cada casal aluga a sua própria residência, e a nossa, apesar do tamanho modesto, é muito luxuosa.

Logo pela manhã, iniciaram nossas atividades. Nossa programação no primeiro dia era separada entre homens e mulheres, o que me deixou curioso. Mas a Sofia me disse que isso era só o início da terapia e, com o tempo, teríamos atividades em casal.

Chegando ao ponto de encontro, vi que estávamos em 5 homens. O programa inicia-se no domingo, então era o primeiro dia para todos ali. Pude conhecer o Renato, de quem rapidamente virei amigo conversando de futebol.

A atividade de hoje me pegou de surpresa. Eram aulas de culinária e serviços domésticos. Assim, além dos passos básicos da cozinha, aprendemos como consertar o telhado, arrumar um chuveiro estragado, entre outros. Como todos somos homens de alto poder aquisitivo, são tarefas que sempre ignoramos.

Entretanto, as instrutoras (todas de uma beleza ímpar) explicaram que são tarefas básicas que todo homem deve saber fazer. Ao se mostrar independente, o marido passa maior segurança à sua esposa. Então, passamos o dia inteiro com as mãos na massa.

Ao fim do dia, cheguei exausto em casa. Encontrei a Sofia deitada no sofá. Queria perguntá-la como foi seu dia, mas o programa pede que não compartilhemos informações das nossas atividades em separado. Ela está levando tudo isso muito a sério.

Meu investimento nesse lugar está sendo muito grande. Mas nada disso importará, se eu conseguir reacender o fogo no nosso casamento.


DIA 2

Hoje nossas atividades foram mais… picantes. Ainda separados de nossas esposas, nossas belas instrutoras nos ensinaram como agradar uma mulher na cama. Como deveríamos elogiá-las sempre. E na hora H, começar com uma massagem, satisfazê-las com o sexo oral e só depois esperarmos por prazer em troca.

Por mais simples que fossem essas dicas, eu percebi que estive fazendo tudo errado na cama. Como eu estava sendo egoísta, pensando somente no meu prazer. Eu recebia muitos boquetes de minha mulher, mas raramente a chupava. Óbvio que a Sofia perderia o interesse no nosso sexo desse jeito. Prometi pra mim mesmo que seria mais atencioso a partir de hoje.

Logo após, ainda tive uma sessão com uma psicóloga chamada Heloyse, mais uma mulher linda. Era incrível como todas as funcionárias da ilha pareciam verdadeiras deusas. Claro que nenhuma se comparava à minha Sofia. Aquela sessão de uma hora me fez perceber justamente isso, o quanto eu tinha a agradecer por ter uma linda esposa em minha vida, e o quanto eu estava disposto a ralar para permanecer assim.

Já em casa, quis botar em prática meus ensinamentos do dia,e logo ofereci à Sofia uma massagem nos seus lindos pés, que ela prontamente aceitou. Enquanto os acariciava, do modo como havia treinado nas instrutoras, tratei de me declarar novamente à minha musa. Minha esposa pareceu muito satisfeita comigo, mas, mesmo assim, quando a convidei para a cama, fui recusado. Ela estava muito cansada de suas atividades, e prometeu que amanhã me levaria à loucura.

Durante a massagem, beijei seus pés com carinho. Como tenho sorte de ter essa linda esposa!


DIA 3

Finalmente se iniciaram nossas atividades em casal. Sofia e eu pudemos conhecer os outros casais. Coincidentemente, ela tinha criado amizade com a Marina, esposa do Renato. E assim passamos aquele dia juntos, ouvindo mais lições de relacionamento.

Aprendemos que em todo relacionamento, há uma pessoa dominante e outra dependente. O dominante é aquele dotado de espírito de liderança, normalmente mais inteligente que o dependente. Não que ser o dependente fosse alguma vergonha, pelo contrário, era admirável ter a sabedoria de reconhecer no outro um porto seguro para si.

Um casal com dois dominantes dificilmente funciona, pois as disputas de poder são constantes (como parecia ser o caso com o Renato e a Marina). Porém, quando um parceiro concede a dominância ao outro, a felicidade é quase certa. O dominante, embora leve em consideração as opiniões do dependente, é o quem terá a palavra final em qualquer decisão.

A palavra do dia, portanto, era entrega. Finalizada a palestra, fomos instruídos a conversamos em particular com nossos parceiros, e procurar identificar quem era o dominante e quem era o dependente.

Conversando com a Sofia, percebi algo que há muito escapava de minha atenção. Embora nosso conforto fosse proveniente da minha fortuna, era ela quem decidia onde gastar aquele dinheiro. Durante nossa vida juntos, fora ela que escolheu onde construiríamos nossa mansão, para onde viajaríamos, o que faríamos durante as noites, etc.

Assim, inconscientemente, eu sempre estive seguindo as vontades da Sofia. E o que mais me surpreende é que isso não me entristece. Pelo contrário, eu vi que estive desempenhando razoavelmente bem a minha função de dependente. Agora que definimos que ela é a dominante, minha entrega poderia ser total.

E essa foi a proposta que recebemos em nossa terapia. Que cada dependente servisse seu dominante pelo período que passarem no resort, como uma forma de experimentar aquela forma de relação. Curiosamente, em nosso grupo de 5 casais, todas as mulheres foram escolhidas como dominantes, o que incluía meu amigo Renato. De fato, o olhar que ele dava à Marina parecia de verdadeira adoração. Vendo a felicidade de ambos, eu tive mais confiança no programa.

Chegando em casa, tive uma nova surpresa. A Sofia me apresentou um dispositivo muito estranho, que eu teria de usar agora em diante. O tal do cinto de castidade me tornaria um marido ainda mais devotado a ela. Ela me disse que controlar os orgasmos do outro era a melhor forma de dominá-lo, e perguntou se eu estava interessado em experimentar aquilo pelo período que passaríamos ali.

Curioso e já cheio de tesão, eu resolvi aceitar o desafio. Já de pau preso, ela quis tirar uma foto pra me provocar.



   
Ela ficou tão excitada que me mandou chupar sua bucetinha naquela noite. Prontamente obedeci, esperando recompensa ao final. Mas nada feito, sigo com meu pau preso. A Sofia realmente cumpriu sua promessa de me levar à loucura hoje!


DIA 4

Iniciamos a manhã com uma ordem inusitada da minha esposa. A partir de agora, teríamos uma nova brincadeira: eu passaria a chamá-la de “minha Dona” durante esse meu período em castidade. Apesar de parecer meio besta, tratá-la desse jeito era muito excitante!

Assim, minha Dona e eu fomos para mais um dia de atividades. Chegando lá, reparei na ausência do Renato e da Marina. Achei isso muito estranho, pois eles pareciam adorar a terapia de casal. Será que houve uma nova discussão e eles resolveram deixar o resort? Será que o Renato achou absurda a ideia do cinto de castidade? Não sei, o fato é que eu não os veria pelo resto do dia. Os outros 3 casais permaneciam conosco.

O dia de hoje foi o mais excitante até aqui. Trabalharíamos nossa relação de dominante/dependente no seu aspecto mais importante: a confiança. Eu e os outros homens passaríamos o dia inteiro vendados. Para nos guiar, nossas esposas nos colocariam em uma coleira com uma guia, para que nos puxassem para cima e para baixo, com um detalhe: de quatro!

Aquilo era muito humilhante. Servia de alento o fato de que os outros homens também estariam vendados. Só quem veria tudo isso seriam nossas esposas e as belas instrutoras. Então, mesmo relutantemente, aceitei essa condição. O que eu não faria para deixar minha Dona feliz?

Já vendados, recebemos diversos comandos das instrutoras de terapia. Para início, tínhamos que massagear os pés de nossas dominantes, usando as nossas línguas. Eu já havia chupado os pés da minha Dona em ocasiões anteriores, mas sempre em meio ao nosso sexo tradicional. Dessa vez seria diferente. Vendado, na coleira e de joelhos, o ato de lamber os pés da minha esposa era de pura submissão. Era reconhecer sua superioridade sobre mim.

Meu pau estourava no cinto enquanto eu degustava aqueles pés macios. O tesão era tanto que eu ignorei o fato de que ela tinha andado de chinelo e seus pés tinham acumulado poeira. Ainda assim, eles estavam deliciosos! Não há parte do corpo da minha esposa que não seja!

Embora não pudesse ver o seu rosto, podia dizer pelos seus suspiros que minha Dona também estava excitada, o que me deu ânimo extra para continuar a massagem.

Depois, fomos instruídos a tirarmos nossas roupas e andarmos de quatro pelo resort inteiro, atrás de nossas donas. Pelos comentários que pude ouvir, todos estavam usando cintos de castidade. Foi realmente duro atravessar os terrenos e, ao final da caminhada, meus joelhos estavam me matando, mas eu suportaria tudo isso pela Sofia.


Encerrada a caminhada, as dominadoras receberam algum objeto das instrutoras e foram dispensadas para fazer a parte final do exercício em suas casas, onde deveriam usar seus objetos “com sabedoria”.

Ainda vendado e extremamente curioso, fui conduzido pela minha Dona ao nosso quarto. Lá, ela me mandou deitar de bruços sobre a cama. Ela então me contou que recebeu de nossa instrutora uma cinta peniana, e que pretendia comer o meu cuzinho aquela noite.

Minha reação inicial foi chorar e implorar por misericórdia, mas minha Dona garantiu que eu também sentiria prazer (“não tanto quanto eu, claro”). Por fim, aceitei (como se eu tivesse escolha) que ela me lubrificasse pra inserir em mim o pênis de borracha.

Tenho que admitir que, embora dolorosa, foi uma experiência muito… prazerosa. Ao final, eu já estava implorando para que ela fosse mais fundo.


Até perguntei à minha Dona se isso me fazia gay, mas ela me assegurou que não: “isso é só o seu machismo falando. Não tem nada de homossexual em satisfazer sua parceira na cama, mesmo que com métodos diferentes”.

A palavra que me tocou aqui foi satisfação. Em meio a toda aquela insanidade, eu estava fazendo minha esposa feliz.

Ela me mandou descansar bem essa noite, pois amanhã será um dia de muitas descobertas.


DIA 5

Em nossa breve convivência de 3 dias, eu e o Renato ocupávamos nosso tempo livre com caminhadas pelo resort. No 2º dia, havíamos encontrado um portão fechado, de onde saía uma trilha misteriosa. Perguntando ao segurança do local, fomos informados que aquela área da ilha era restrita a funcionários.

Hoje, eu descobri a verdade por trás daquela trilha. Conduzido pela minha Dona, de coleira, entramos em um jeep que nos levou através do caminho misterioso. Ao final da trilha, encontramos uma outra área residencial, similar àquela de onde saímos, mas ainda mais luxuosa. No lugar de casas de dois andares, havia  belas mansões.

Ainda do veículo, pude ver homens e mulheres caminhando, com distinções absurdas. Belas mulheres desfilavam com roupas de verão, aproveitando o clima. Algumas mais arrumadas, de salto, outra com biquíni, provavelmente indo pra praia. Já os homens alternavam entre aqueles de roupas de marca e aqueles nus. Mas a maioria com uma coisa em comum: uma coleira ao redor do pescoço, muito similar à que eu tinha, inclusive com o nome de suas dominantes. No meu caso, estava escrito “propriedade da Sra. Sofia”.

Alguns estavam sendo conduzidos de quatro pelas suas donas, outros desempenhavam atividades rotineiras, como cortar a grama ou lavar carros de luxo. Observei ainda que todos os serviçais eram do sexo masculino.

O cenário era assustador, e foi só então que descobri do que aquela ilha se tratava. Era uma colônia dominada por mulheres, onde homens eram tratados como animais de estimação! Percebendo meu nervosismo, minha Dona tentou me tranquilizar acariciando minha cabeça.

Finalmente, chegamos àquela que seria nossa nova residência durante o mês. Minha Dona ordenou que eu preparasse o nosso almoço. Fui orientado que eu a esperaria comer primeiro, para depois me alimentar das sobras, e assim o fiz. Mesmo botando todo meu empenho no macarrão, ela me disse que o prato estava longe da perfeição e eu teria que fazer mais aulas de culinária durante nossa estadia. Ao final, Ela jogou os restos de macarrão numa vasilha de cachorro e me mandou comer dali, sem usar as mãos.

Humilhado, mas ainda muito excitado, obedeci suas ordens. Ocasionalmente, Sofia me pisava pela nuca, fazendo com que eu sujasse todo o meu rosto no processo de comer. Depois, ela me disse para eu me limpar, lavar a louça e desfazer nossas malas, enquanto ela ia tirar um cochilo. Eu podia dormir no tapete do quarto depois de concluídos os meus serviços. E assim o fiz, embora a cama king-size tivesse espaço para nós dois.

Já mais pro fim da tarde, recebemos uma visita inesperada. A Sra. Marina tinha vindo nos dar as boas-vindas, acompanhada do Renato, seu mais novo marido submisso. Foi então que descobri o que havia acontecido com o meu amigo.

Já no 3º dia, a Sra. Marina tinha submetido o Renato à condição de seu escravo. Acontece que cada marido era “quebrado” em um dia diferente, e quando esse dia chegava, éramos realocados para essa área onde a dominação feminina era pública. Assim como eu “quebrei” no 4º dia e o Renato no 3º, outros maridos podiam levar um tempo maior ou menor.

Após servirmos chá para nossas Donas, a Sra. Marina ordenou que o Renato me levasse ao Centro de Recrutamento, onde eu receberia uma função a desempenhar na ilha. Basicamente um trabalho escravo a desempenhar durante aquele mês. Eu olhei para minha Senhora em busca de uma salvação, mas Ela apenas concordou, acrescentando ainda que eu teria que tirar minhas roupas.

Assim partimos, dois homens completamente despidos, não só de corpo, mas também de nosso orgulho. Perguntei ao Renato como ele se sentia. Ele me disse que estava gostando muito dali, que estava adorando o fato de poder fazer sua mulher feliz, só não gostava de ter que dividi-la.

Apavorado, perguntei o que isso significava, mas ele apenas desconversou. Já no Centro de Recrutamento, recebi o serviço de jardinagem. Embora degradante, eu trabalharia meio período e ainda teria o Renato como minha dupla no serviço, o que o deixou empolgado.

Uma vez de volta à minha casa (se é que posso chamá-la de minha), nos despedimos da Sra. Marina e de seu marido.

Já a sós com minha Dona, perguntei se ela sempre soube do que se tratava aquele resort, ao que ela me respondeu com uma gargalhada e um “claro, bobinho”. Depois da janta, ela me instalou um “plug anal”, que me permitiria “aguentar pintos de borracha ainda maiores”. Como esperado, vou ter que dormir no tapete essa noite.

Começo a me questionar se deveria deixar esse lugar antes do tempo previsto, mas, assim como o Renato, nunca tinha visto minha esposa tão feliz. Não era esse o objetivo de toda a nossa viagem? Vou aguentar mais alguns dias, por ela.


DIA 6

A manhã foi mais difícil do que eu esperava. Eu havia me tornado milionário logo aos 22, com o programa de computador que criei, então nunca tive que fazer serviços manuais. Nem mesmo a companhia do Renato amenizava o meu desconforto em cuidar dos jardins de mansões alheias, naquela manhã de sol escaldante, totalmente despido.

Ao final do expediente, voltei pra casa, onde minha Dona me esperava para que eu preparasse o almoço. Após o almoço, ela me conduziu ao porão da casa, que na verdade se tratava de uma verdadeira masmorra. Cheia de aparelhos projetados especialmente para dominação. A maioria deles com o propósito de amarrar o escravo nas mais diversas posições.

Fiquei imaginando que aparelho minha Dona usaria para me torturar ali, em um misto de medo e tesão (principalmente tesão). Como cheguei àquele ponto?

Para minha decepção, ela apenas me trancou em uma jaula, me servindo água e cereais em vasilhas. Disse que eu aguardaria ali até que ela me quisesse me usar.

Perdi a noção do tempo que passei trancado. A jaula não era grande o suficiente para que eu pudesse me levantar. Eu podia apenas ficar apenas de quatro, sentado ou deitado encolhido. Então optei por descansar, sem saber quando teria essa oportunidade de novo.

Fui acordado com um pisão de uma bota no meu rosto. Atordoado, sem saber quantas horas se passaram, tive a visão perfeita da minha Dona, só de calcinha, sutiã e botas de cano longo. Todas de cor preta, ela parecia uma dominatrix, o que era extremamente excitante.

Minha Dona então me puxou pela coleira para fora da jaula, me deixando de quatro. Só então pude ver que não estávamos sozinhos. No canto da sala, estavam a Sra. Marina e o Renato. Ela, com as mesmas vestimentas de minha Senhora; ele, completamente nu, com seu pênis enjaulado.

Minha Senhora disse que eu finalmente faria o ménage pelo qual eu tanto pedi durante o nosso casamento, mas não do jeito que eu sonhava. Eu permaneceria no cinto de castidade.

Assim, ela me amarrou de bruços em um banco estofado, onde minhas mãos e pés ficavam presos no chão, enquanto meu tronco ficava em 90º com o solo, a uma altura perfeita para que minha Senhora me fodesse por trás.

Enquanto minha Dona lubrificava o meu cuzinho, a Sra. Marina sentou-se em um banco à frente de mim e tirou suas botas. Pude ver como seus pezinhos eram lindos, não mais bonitos que os de minha Dona, é claro. Ela usava aquelas botas sem meias, de modo que o chulezinho que vinha daqueles pés eram muito forte.

Minha Dona ordenou que eu adorasse os pés da Sra. Marina como se fossem os seus próprios. Assim o fiz, me deliciando com aqueles pezinhos suados. Nunca antes havia sentido nada em relação a pés, mas, talvez pela falta de sexo, estou começando a me viciar em seu sabor. Assim, o gosto salgadinho daqueles pezinhos, mais o seu aroma feminino, formavam uma combinação maravilhosa.

Enquanto curtia essa sensação, meu ânus começou a ser penetrado por trás. Minha Dona começou a me comer gostoso, inicialmente delicada, mas depois mais vigorosamente. Percebi que este era um outro pênis de borracha, maior do que aquele que minha Dona tinha usado anteontem. A dor era ultrapassada de longe pelo prazer, e eu podia sentir meu pau estourando contra a jaula.

A cena era similar a esta que encontrei na internet.



Minha Dona chamou o escravo Renato para lamber suas botas enquanto ela me fodia, e ele foi logo atendê-la. Assim ficamos por algum tempo, até que a Sra. Marina mandou o seu obediente marido buscar a cinta peniana. Uma vez que ele ajudou sua esposa a colocar o pênis de borracha na cintura, ela disse que era a sua vez de ser feito de putinha.

E a cena ficou assim: minha Senhora, de pé, me comia por trás, enquanto eu, de quatro sobre um banco, lambia os pés da Sra. Marina. A Sra. Marina por sua vez, sentada no banco, tinha o seu marido submisso rebolando sobre seu pênis de borracha. Era uma bela suruba, que reafirmava a supremacia daquelas belas mulheres.

Então a Sra. Marina resolveu transformar aquilo numa competição. Como nós, submissos, estávamos há dias sem gozar, aquela massagem na próstata certamente daria conta do recado. Ela faria disso uma corrida. Somente um de nós gozaria hoje: aquele que ejaculasse primeiro.

Eu estava precisando muito me aliviar de todo aquele tesão, então me esforcei ao máximo para ganhar. Mesmo deitado, rebolei o que pude em torno do pau da minha Senhora, gemendo de prazer no processo. Minha Dona mandou me mandou gemer em voz fina, para parecer uma prostituta. Por fim, senti o jato de sêmen saindo pelo meu pênis engaiolado.

O Renato continuou tentando gozar, mas a Sra. Marina logo o expulsou de seu colo. Minha Senhora deixou de me penetrar e passou a mão sobre a parte do banco que eu tinha lambuzado com a minha porra, trazendo-a até a frente do meu rosto. Disse que, como ela passou muitos anos engolindo a minha porra, a partir de agora, essa seria a minha função.

Sem opção, eu engoli com nojo aquela porra salgada de sua mão. As duas gargalharam de mim, enquanto eu me humilhava mais uma vez. A que ponto eu havia chegado?

Já à noite, a sós no nosso quarto, a minha Senhora me contou do que havia planejado desde o início. Confirmou que estava entediada com nosso relacionamento. Mesmo com todo o conforto que eu a dava, sua personalidade dominante pedia mais. Ela queria que eu me submetesse de vez à ela. Por isso, quando sua amiga Marina contou a ela do Venus Resort, ela não hesitou em me chamar.

Assim, ela me trouxe a essa ilha, que era uma sociedade totalmente controlada por mulheres, que acolhiam os homens como seus animais de estimação.

Portanto, aquela não era uma colônia de férias, mas sim um lugar onde mulheres ricas residiam com seus maridos submissos. A Sra. Marina, por exemplo, antes do Renato, já havia submetido outros dois maridos à condição de escravos. Agora ela residia com três capachos que disputavam por sua atenção.

Minha Dona disse que eu era o seu primeiro e que não pretendia adquirir outros escravos. Me odiei por ter me sentido orgulhoso quando ela disse isso. Como posso não apenas aceitar minha submissão, como também tirar prazer disso? É um sentimento que não sei explicar, mas certamente existe.

Uma vez que a terapia havia revelado sua dominância sobre mim, nada mais natural que eu abraçasse esse estilo de vida, tornando-me seu escravo permanente. Então, quando ela me disse que de agora em diante as coisas seriam assim em nosso casamento, eu concordei.

Já agendei com nosso advogado para nos encontrarmos com ele semana que vem, quando passarei todos os meus bens para o nome da minha Deusa. Como escravo que agora sou, não tenho direitos a possessões. Na verdade, a partir de semana que vem, serei de posse dela. Eu assinarei o acordo que tratará dos termos de nosso relacionamento, agora completamente unidirecional.

DIA 7

Descobri o verdadeiro propósito desse diário. Minha Dona me confirmou que somente os submissos os escrevem, mas não como forma de concluir a terapia, até porque a terapia acabou quando eu aceitei minha escravidão.

Não, este diário é uma forma de divulgar os serviços do Venus Resort. Nós, escravos, postamos on-line essas páginas de nossa intimidade para que mulheres do mundo todo possam conhecer essa forma de vida. Aquelas interessadas em abraçar o seu lado dominante e transformar os seus maridos em animais de estimação, podem entrar em contato com um de nós, que, com autorização de nossas donas, revelamos a localização dessa ilha secreta.

Por fim, posso afirmar que nunca vi minha Dona tão satisfeita quanto desde que viemos até aqui. Ela agora podia manifestar-se do jeito que ela sempre foi: uma mulher alfa, que merece ter alguém para servi-la. E quanto a mim? Para mim, tudo o que importa é a felicidade da minha esposa. Tendo experimentado a vida entre milionários, posso dizer que foi aqui na ilha que encontrei o meu verdadeiro lugar: aos pés da minha Dona.

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Escravo das Veteranas - Capítulo II


Quando se mora em uma fraternidade com outras seis garotas, é difícil arranjar um horário silencioso para estudar. Por isso, eu sempre gostei das noites de sexta-feira. Era o momento em que todas as garotas estavam fora de casa. Algumas viajavam pra casa, outras saíam com seus namorados ou iam para festas. Normalmente, Thaís estava nesse último grupo, mas esse não era o caso hoje.

Thaís estava com Rafael, o calouro que ela premiara em nosso trote particular. Já fazia uma semana, mas aquela noite não me saía da cabeça. Rafael se provara o mais submisso de todos quando lambeu os meus pés. Os motivos que o levaram a se submeter desse jeito ainda não estavam claros para mim.  

Quando eu senti sua língua quente na minha solinha, minha primeira impressão foi de que ele realmente queria me venerar, procurando me agradar a todo custo. Porém, depois de algumas pesquisas na internet, eu descobri o significado de podolatria. Talvez Rafael fosse apenas uma dessas pessoas que tinha tesão por pés, e os meus tenham sido apenas parte do seu fetiche.

Mas o que leva uma pessoa a gostar de pés? Eu me peguei olhando para o meu par de tênis, ao lado da cama. Puxei-os para o nariz e dei uma boa cheirada. Só o que veio foi um cheiro forte de queijo, que me deixou um pouco enjoada.

Ainda estava com o tênis no nariz, quando fui surpreendida com um barulho. Pulei da cadeira, como se alguém tivesse me pego fazendo coisa errada, mas logo vi que era só o meu celular tocando. Olhei na tela e vi que a ligação era da Thaís.

Ela estava jantando com o Rafael agora mesmo, e me ligou pedindo para que eu os acompanhasse... no motel. 

- Amiga, você é doida?! Eu nunca fui no motel!

- Sempre tem uma primeira vez, Ju.

- Mas essa noite é de vocês dois. Eu estaria me metendo.

- Mas eu não me importo, não seria minha primeira vez com outra garota. E o Rafael também não liga.

- Não sei, amiga...

- Olha só, eu vou desligar e te mandar uma foto pra você pensar na proposta, pode ser?

Ela desligou na minha cara e, alguns segundos depois, mandou uma foto. Era uma foto do Rafael, ao lado da mesa de jantar, de joelhos, com as mãos cruzadas e cabeça baixa, numa posição de quem estava implorando. Não pude deixar de sentir um calor no meio das minhas pernas. Embaixo, Thaís digitou:

"O Rafa não só não se importa, como tá implorando pela sua presença."

" E você não se importaria, miga?" Eu perguntei.

"Não se preocupe comigo. Hoje eu não quero transar. Hoje eu quero dominar."

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Saí para encontrá-los, quando me deparei com um belo carro de luxo estacionado na frente da nossa fraternidade. Rafael dirigia uma Mercedes! Quando me aproximei, ele saiu do carro e veio me cumprimentar.

Me olhou da cabeça aos pés, começando pelos meus cabelos lisos e meu rosto maquiado, passando pela minha blusinha branca, minha sainha preta e parando nos meus saltos pretos, que deixavam meus dedinhos à mostra. Ele se conteve pra não ficar encarando por muito tempo, mas eu percebi seu olhar de admiração.

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- Boa noite, princesa. Você está linda! - Ele me disse, com um beijo no rosto.

- E você tem bons olhos. - Eu disse, tentando dar um sorriso debochado pra ele.

Envergonhado, ele abaixou a cabeça e abriu a porta de trás do carro para mim. Depois de me acomodar, ele voltou para o seu banco, pronto para dar partida no carro.

- Espere, Rafa! - Eu disse.

- Algum problema, Júlia? - Ele olhou para trás.

- Eu tenho uma coisa pra você... - Abrindo a bolsa, eu puxei o meu par de meias usadas e os entreguei a ele. - Será que você podia ser um anjo e limpar pra mim, enquanto dirige?

Rafael olhou para o meu par de meias brancas, que estavam sujinhas de preto na sola. Apesar do olhar nervoso, ele tentou disfarçar com um sorriso.

- Claro, princesa!

- Abre a boquinha então... - Eu enfiei as meias na sua boca. - Pronto! Eu estive andando descalça pela casa, então você vai ter que chupar bem. Eu quero vê-las branquinhas quando chegarmos, capitche?

- Fffim, Fffúlia! - Ele respondeu, com a boca cheia.

Nesse momento, eu e a Thaís não conseguimos conter as risadas.

- Ju, você é muito malvada! Amei! - Disse Thaís, com um sorriso no rosto.

Conversamos no carro enquanto seguíamos viagem. Quer dizer, no caso, eu e Thaís conversamos. Ocasionalmente, Rafael acenava que sim com a cabeça. Estávamos no meio do papo animado, quando me dei conta que estávamos parados em uma fila de carros.

- O que houve, Rafa?

- Bfffitz.

- O quê? - Perguntou Thaís.

- Acho que ele quis dizer blitz no idioma dos escravos. 

Nós duas rimos novamente. A fila andou e, para desespero de Rafael, ele foi parado na blitz. O policial pediu que ele abaixasse o vidro do carro:

- Boa noite, jovens. 

- Boa noite! - Respondemos nós duas, enquanto Rafael só assentiu com a cabeça e entregou os documentos do carro.

- Voltando de alguma festa? - Perguntou o policial, enquanto checava os documentos.

- Não, senhor. A nossa noite só começou. - Disse Thaís, colocando a mão na perna de Rafael.

Rafael e o policial tiveram a mesma reação de arregalar os olhos, mas o oficial logo voltou à ter compostura. 

- Eu não vou tomar muito tempo então. Só preciso que você faça o bafômetro pra mim, rapaz. - Ele disse, estendendo o aparelho para Rafael.

Ele olhou desesperado para o policial e depois para nós, como que pedindo ajuda. O oficial logo notou seu nervosismo.

- Você está quieto, rapaz. Por acaso ingeriu alguma bebida alcóolica hoje?

Thaís tentou ajudá-lo:

- Ele é só meio tímido, senhor. Mas eu lhe garanto que ele não botou uma gota de álcool na boca.

- Vamos lá, calouro. Você tá atrasando todo mundo - Eu disse.  

Pelo modo como eu o chamei de calouro, ele entendeu que havia sido uma ordem. Respirando fundo, ele abriu a boca e puxou de lá as minhas meias, entregando-as para mim.

O policial agora estava mais confuso do que nunca. Ele olhava para cada um de nós, esperando uma explicação plausível. Em vez disso, Thaís apenas deu de ombros.

- Desculpe a demora, senhor. - Disse Rafael, puxando para si o bafômetro e fazendo o teste.

Sem falar nada, o policial conferiu o resultado negativo e entregou os documentos de volta para Rafael.  Eu também aproveitei para entregá-lo novamente as minhas meias.

- Ainda estão sujas.

Rafael assentiu com a cabeça e colocou-as de novo na boca. Cumprimentou o policial, que seguia sem falar nada, e deu partida no carro, seguindo para o motel. Nós duas ríamos descontroladamente enquanto o rosto do nosso escravo ficava vermelho de vergonha.

CONTINUA...


terça-feira, 2 de abril de 2019

Escravo das Veteranas - Capítulo I



Depois de muita consideração, resolvi relatar alguns acontecimentos do meu período de faculdade. É uma história tão diferente que eu não os culparei se não acreditarem. Entretanto, eu posso garantir que os relatos são totalmente verídicos.

Meu nome é Júlia e, quando tudo começou, eu tinha 21 anos de idade e estava no 2º período de faculdade. Aqueles que passaram por essa fase da vida sabem como é drástica a mudança de um ano para outra.

Gradativamente, eu ia perdendo contato com minhas amizades da escola, que eram poucas, mas verdadeiras. Por sorte, depois de muito penar, encontrei meu lugar na sala: uma fraternidade de garotas.


O perfil delas era totalmente diferente do meu. Todas estavam acostumadas a serem garotas populares nas escolas, daquelas "malvadas" que abusavam dos garotos. Enquanto eu tinha um perfil mais reservado. Porém, eu estava cansada de ser a garota tímida e queria fazer parte do grupo das populares.


Por isso, comecei a cuidar mais da minha aparência. Sempre me considerei bonita de rosto, mas nesse ano eu me dediquei a cuidar do meu corpo. Comecei a comer mais saudável e malhar na academia, o que vinha fazendo resultados.


Eu tinha 1,67m de altura, pele clara, cabelos morenos compridos e lisos, olhos verdes, seios fartos. Agora, graças ao meu esforço, tinha uma bunda durinha e uma cintura fina. Tudo isso me ajudou a conquistar meu lugar na fraternidade.



Finalmente, chegara nossa vez de receber os novos calouros da faculdade. Meu curso era conhecido por planejar os trotes mais insanos, e as garotas populares não queriam ficar de fora dessa tradição. Quem teve a ideia do trote foi Helena, que era praticamente a líder da nossa fraternidade.

Por isso, em uma sexta-feira à noite, preparamos uma festa secreta na chácara de Helena, onde somente os 6 calouros mais gatos foram convidados a participar. Conforme eles chegavam e se deparavam com aquela turma de garotas bonitas, eles sorriam, acreditando que haviam tirado a sorte grande. Mal sabiam eles que aquela noite não seria tão fácil assim.

Assim que todos chegaram, Helena abaixou a música e fez o anúncio a todos:

- Atenção, calouros burros! Acho que vocês estão se perguntando porque os chamamos aqui hoje. A verdade é que vocês foram selecionados por uma de nós: a Thaís.

Os burburinhos entre eles eram de animação. Thaís era a guria mais gata do curso inteiro. Seus cabelos loiros e olhos azuis não deixavam esconder sua descendência alemã. Como se não bastasse, ela tinha um corpão, com bundinha empinada. E o principal: era muito safada.

Agora mesmo ela encarava os calouros com olhos de predadora, enquanto eles a admiravam. A multidão não a intimidava: pelo contrário, ela ansiava pelos olhares deles.

- Silêncio! - Helena restaurou a ordem. - Ela escolheu vocês porque, apesar de serem calouros inúteis, são os mais bonitos da sua turma. E a razão pela qual vocês foram convidados é muito simples: nos servir. Todo calouro deve naturalmente obedecer sua veterana, mas nós adicionamos uma recompensa aqui.
     "Vocês competirão entre si pelo título de calouro mais adestrado. Vocês devem atender aos caprichos de suas veteranas durante toda a noite. Ao final, aquele que a Thaís julgar mais obediente, ganha. E o ganhador..." Ela deu um sorriso maldoso "vai ganhar uma noite com a Thaís em um motel de luxo, com tudo pago com o dinheiro que sobrou da festa de hoje."

Os calouros foram à loucura! Uma chance de pegar a veterana mais gostosa logo na primeira semana era demais para eles.

- Vocês topam o desafio, calouros burros?

Todos concordaram, sem nem pensar duas vezes.

- Ótimo! Então a partir de agora vocês serão nossos súditos, e nós seremos suas princesas. Cada princesa escolherá um escravo. Súditos, alinhem-se aqui na frente para serem selecionados por nós. Podemos começar… por você, Júlia. 

Aquela desgraçada da Helena! Ela me escolheu primeiro só por saber que eu era a mais envergonhada de todas. Eu me sentia pouco à vontade com a ideia de mandar em alguém. Mesmo assim, eu fazia parte da fraternidade, então precisava participar. Portanto, mantive a compostura e fui à frente da linha de calouros, para analisá-los, um por um.

Thaís escolhera bem. Eram todos muito gatos. E estavam todos muito animados com a ideia. Alguns deles piscavam para mim, e eu escolhi me afastar desses galanteadores. Em vez disso, olhei para o calouro que parecia mais nervoso, olhando para baixo. Apontei para ele e perguntei:

- Você, qual o seu nome?

- Eu? É-é Rafael.

Ele parecia do tipo nervoso demais para me dar cantadas ou me causar problemas. Além disso, era um gatinho de cabelos castanhos e olhos castanhos. Apesar de estar nervosa, eu não podia transparecer, então, na minha voz mais firme, falei:

- Essa noite você é meu.

- Obrigado, princesa!

- Ajoelhe-se perante a sua veterana. - Gritou Helena, lá de atrás.

Ele fez como ordenado. Joana veio até mim com uma caixa aberta. Eu me sentia ainda menos à vontade com o que vinha a seguir. Tirei da caixa a coleira e a prendi no pescoço de Rafael. Joana tinha escrito nossos nomes nelas. No de Rafael constava: “Propriedade da Júlia”.

Terminado nosso ritual, puxei-o pela guia até um canto, enquanto as outras gurias selecionavam seus próprios escravos. Eu queria conhecer meu calouro.

- Quantos anos você tem?

- 19.

- Você parece muito novo para isso! - Eu tinha só 21 e não me sentia à vontade naquele ambiente. - Não se sente mal de ser tratado assim?

- Pra falar a verdade, não. Eu amo as mulheres. Não há nada que eu não faria por elas.

- Você sabe que não tem garantia que ela vai querer dormir com você, né?

- Eu sei, mas acho que consigo conquistá-la. Depois de conquistar você, é claro.

Ele parecia estranho, mas de um certo modo, eu achei fofo. Parecia ser tão ingênuo e fácil de abusar... Mas será que eu iria me aproveitar disso?

Finalmente, todas tinham escolhido seu escravo. Quer dizer, todas menos a Thaís, que somente observaria de fora, sendo imparcial. Helena chamou seu próprio escravo para falar:

- Escravo, quero que coloque a coroa na nossa rainha da noite.

O calouro, que acho que se chamava Artur, pegou a tiara de princesa da caixa e Joana e foi até Thaís, colocando-a na sua cabeça.

Eu sabia que Helena, narcisista como era, não se sentia nada à vontade declarando Thaís como a rainha. Mas ela não tinha essa audácia de deixar que uma competição determinasse quem passaria a noite com ela. Somente Thaís teve essa coragem, aquela que, para sorte dos guris, era a mais bonita de todas.

Agora coroada, Thaís anunciou:

- Declaro abertos os Jogos da Submissão!

As garotas aplaudiram, enquanto seguravam na mão a guia da coleira de seus novos escravos. Helena tomou a frente novamente:

- Bom, obviamente, vocês continuarão a nos servir bebidas. Teremos várias provas, que lhes darão a chance de provar o seu valor para nós e para a Rainha Thaís. A primeira prova começa agora. Alinhem-se de novo, com suas donas à frente.

Enquanto eles se ajeitavam, eu fui, como combinado, pegar a minha banana. Aos escravos, foram entregue camisinhas. As camisinhas eram daquelas que marcavam o comprimento em que foram estendidas. Os calouros tinham que colocar a camisinha na banana, podendo usar somente a boca. A regra era clara:

- Ganha aquele que tiver a garganta mais profunda. Começando… agora!

Mesmo contrariada, eu empunhei minha banana na cintura, fingindo ser um pênis. Enquanto isso, Rafael abria seu pacote de camisinha, mas estava tomando tempo demais na tarefa. Ele parecia não saber que a abertura ficava do lado. Em vez disso, tentava puxar os dois lados como se fosse abrir um chips.

Depois que finalmente entendeu o mecanismo, ele tirou a camisinha e a colocou na ponta da banana, mas, quando tentou empurrá-la com a boca, ela não descia.

Gabriela, que estava do meu lado, percebeu como ele estava atrapalhado:

- Meninas, acho que temos um virgem aqui.

Todas se viraram para rir do meu calouro, o que só o deixou mais nervoso. Não gostei de vê-lo sendo humilhado assim, então tentei acalmá-lo.

- Calma, Rafael, tá tudo bem! Você está tentando estender pelo lado errado. Vire a camisinha. 

Ele obedeceu e finalmente começou a engolir a banana para empurrar a camisinha para dentro. Ele parecia muito afobado.

- Relaxa, guri. Ninguém espera que você seja ótimo nisso.

Passado 1 minuto, Thaís anunciou que o tempo acabara. Quando Rafael tirou a boca da banana, percebi assustada que ele conseguira enfiar 9cm de camisinha. De fato, só o calouro de Helena o superou, mas porque pôs 15cm! Helena, claro, cantou vitória:

- Acho que o meu tem prática nisso!

Todas riram, mas Artur não parecia envergonhado. Na verdade, ele parecia orgulhoso com o serviço. Em particular, eu parabenizei o meu calouro:

- Você me surpreendeu, calouro. Ficou em segundo lugar.

- Obrigado, princesa! Eu falei que não estou aqui pra brincadeira.

A noite continuou e nós dançamos muito. Vi as garotas humilhando seus calouros, chamando-os de escravo, capacho ou cachorrinho, mas eu só conseguia chamar o meu de calouro.

Eles passaram por vários testes naquela noite. Um deles era ficar de quatro para que montássemos neles. Aquele que carregasse sua dona pela maior distância, vencia. Nessa prova, eu tive vantagem considerável sobre a Helena, porque era mais baixa. Sendo assim, meu calouro ganhou.

Depois, teve a competição de quem aguentava mais tapas na cara, quem engolia o cuspe de sua princesa e quem limpava melhor uma tigela de frutas amassadas, sem poder usar as mãos, colocada no chão. O calouro de Artur liderava a competição, mas o meu vinha logo atrás, determinado a me servir.

Chegamos então à ultima prova. Com todas sentadas, Helena anunciou:

- Essa será a prova final, que lhes dará muitos pontos com a Rainha Thaís. Depois disso, ela anunciará sua escolha. É uma prova simples, mas que resumirá bem tudo o que fizeram até aqui. Queremos que vocês consumem o ato máximo de submissão: escravos, queremos que beijem os pés de suas princesas!

A maioria dos calouros se recusou a obedecer, pois tinham vergonha da humilhação. O próprio calouro de Helena, que estava ganhando todas as provas, titubeou frente a esse desafio. Helena, que além de ser naturalmente dominante, estava potencializada pelo álcool, o fitou com um olhar irritado:

- Você ouviu, escravo: Beija. O. Meu. Pé.


Ela o puxou para baixo com a guia da coleira, até que ele ficasse de quatro. Desnorteado, o calouro Artur plantou um beijo em cada pé de Helena, que estava de sapatilhas. Todas as garotas caíram em gargalhadas com a cena, e eu podia ver até alguns calouros rindo do cara.

Já eu não conseguia rir, pois estava nervosa. Rafael me encarava com um olhar nervoso, de quem estava pronto pra fazer besteira. Eu queria dizer que ele não precisava fazer isso. Que a competição já estava ganha pelo outro calouro. Que eu morreria de vergonha com aquilo. Mas antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele se atirou ao chão.

Colocando-se de quatro, Rafael começou a beijar os meus pés. Diferentemente de Helena, eu tinha ido de saltos pra festa. Isso significava que àquela altura, eu tinha tirado os saltos pra dançar, e estava com os pezinhos sujos de andar descalça. Mas nada disso parecia importar para Rafael, que plantou um beijo em cada um de meus pés.


Eu estava pasma com a situação, mas as garotas riram e aplaudiram a atitude do meu calouro. Apesar disso, a competição já estava ganha, pois Thaís continuava olhando para o calouro Artur, que se saíra melhor nas outras provas e agora a aguardava de joelhos.


Dando conta dessa situação, Rafael fez o impensável. Depois de já ter ficado de joelhos, tornou-se a se abaixar para beijar os meus pés, agora repetidamente. Nesse momento, senti um calorão inexplicável subir pelo meu corpo.


Não sabia dizer se era o álcool, mas eu estava genuinamente excitada com aquela sensação nova. Mesmo tendo namorado no passado, eu nunca tive meus pés beijados. O sentimento de adoração era tanto que eu me senti uma verdadeira deusa.


Percebendo a situação, Joana sugeriu que ele estava fazendo amor com os meus pés. Todas gargalharam, menos eu. Não porque eu estava incomodada, mas sim porque eu estava em outro luga: eu me sentia nos céus enquanto recebia aqueles beijos molhados no peito dos pés.

Apesar de tudo isso, Thaís já comentava com as outras que escolheria Artur para passar a noite com ela. Foi então que eu olhei para o meu calouro. Admirada de todo seu esforço para vencer a competição, eu pensei no quanto ele ficaria desapontado quando soubesse o resultado.


Foi então que me ocorreu uma ideia. Puxando-o pela coleira, eu interrompi os seus beijos e deixei o seu rosto logo abaixo do meu, para sussurrar:


- Você quer mesmo ganhar essa prova, não é?


- Sim, princesa. Quero muito!


- Ótimo, então confie em mim. - Quando ele assentiu com a cabeça, eu o empurrei novamente pra baixo. Elevando a voz para que todos me ouvissem, eu disse: - Escravo, lamba os meus pés, que nem cachorrinho!


Com um olhar de agradecimento, ele assentiu e abaixou a cabeça, passando a lamber o peito do meu pé.

- Ooooooh! - As gurias exclamaram, espantadas.

Eu estava tão excitada... E ele parecia tão empolgado... Por isso, com um movimento arriscado, eu, que estava de pé, inclinei o meu pé para frente, ficando na ponta dos dedos. Puxando-o pela coleira, eu o guiei até a solinha do meu pé.


Minhas solinhas deviam estar nojentas de caminhar e dançar descalça pela casa, mas ele não parecia se importar. Percorria toda a minha sola com a sua língua. Não se limitou a uma lambida, parecia determinado a limpar toda a sujeira. 

Helena olhava incrédula. As outras gurias olhavam com inveja. Já Thaís mordia o lábio de tesão. E eu? Eu estava nas alturas! Havia descoberto os prazeres da dominação. A sensação daquela língua úmida refrescando meu pezinho era maravilhosa. Era a melhor massagem que eu poderia receber. Além disso, alimentava demais o meu ego. Agora sem medo, eu olhava para Helena, em desafio.

Percebendo meu olhar, Helena não se deu por satisfeita. Puxou o seu calouro, que estava de joelhos nos observando, para perto de si:

- Quero que faça o mesmo, capacho! Lamba os meus pés!

Com um olhar indignado, ele disse:

- Cai fora, maluca!

Todos riram muito, enquanto Artur se levantava e tirava a coleira. Helena ficara vermelha, em um misto de raiva e vergonha. 


Thaís então caminhou até mim e gentilmente roubou a guia da minha mão. Puxou Rafael pela coleira, o que, para minha tristeza, interrompeu sua massagem com a língua. Colocando Rafael de pé, Thaís disse:

- Você é doido de pedra, sabia disso? 


- Obrigado, rainha... - Ele disse, envergonhado.


- Mas até que você é fofo. - Puxando-o pela coleira, ela deu um selinho na boca dele.


Todos aplaudiram, com exceção de Helena, ainda emburrada. Mesmo assim, sem entender o porquê, eu não me sentia totalmente feliz com aquela cena.



CONTINUA...